(Abre parêntese
Por conta dos últimos acontecimentos pessoais estive afastado deste espaço que tanto prezo e demorei a me dedicar. Agora que o iniciei, não pretendo deixá-lo morrer, apesar das intempéries. Vamos ao texto de fato.
fecha parêntese)
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Estava eu ontem, ou anteontem fazendo umas contas com a minha priminha presente no quarto e assim ,sem mais nem menos, me pus a cantar involuntariamente, da mesma forma que o coração e o pulmão funcionam sem ordem prévia, comecei a cantarolar
"É bom para o moral
É bom para o moral
É bom para o moral"
E para quem não sabe, ou não se recorda, eu vos digo. São versos de uma música de Rita Cadilac! Sim pessoal, por mais esdrúxulo, estapafúrdio ou mesmo idiota que pareça, essa musiquinha veio a minha mente sem mais nem menos. Há séculos não ouvia ela. Mais engraçada foi a carinha de interrogação da minha priminha. E pior que isso foi explicar quem era a cantora dessa música... iahiuahiuhaihhaiuhaiha
Bom, mais uma vez introduzi o texto de forma, digamos, sem conteúdo e assim vou permanecer até o fim deste! Oras! Me irritei agora!
Vocês não fazem idéia do quanto está quente aqui dentro desse laboratório de informática agora. O ar-condicionado, pra variar, não está funcionando ¬¬
Bom, como ia dizendo, o texto de hoje nasceu, como nasce a maioria deles, em meio as andanças que faço por aí. Seja vindo para faculdade, seja voltando para casa, ou indo trabalhar, até mesmo ao trabalho, ou "ocioso" em casa, nascem as minhas idéias.
Esta prosa aqui em suas vistas nasceu agora no começo da tarde depois que saí da faculdade rumo à Casa de Cultura Haroldo de Campos (Casa das Rosas) alí na estação Brigadeiro do Metrô. Então imaginem pessoas de todos os tipos com as quais cruzei e esbarrei pela calçada, invariavelmente apressadas, ávidas, neste clima de outono autêntico (sol quente e vento frio), propagandas, propagandas, propagandas, carros, semáforos, correria, MASP, poluição, calor, frio, dor de cabeça aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
...Daí então lembrei que deveria ligar para a Claro e transferir o plano de pós para pré-pago, afinal nos últimos tempos não estou podendo esbanjar tanto assim. Foi então que comecei a tecer aqui na minha mente o tema inicial e o título do texto. Falaria sobre telefonia celular e os abusos de preços, envolveria propaganda, consumismo exacerbado, paulicéia desvairada e por fim, só Deus sabe no que isto tudo resultaria. Talvez em algo menos desorganizado que este texto agora...
Desculpem talvez pelo desatino, sei lá, mas senti deveras falta deste espaço e poder compartilhar com vocês alguns de meus pensamentos.
Acho que agora descobri a real diferença entre o PUBLICITÁRIO e um jornalista.
Quem sabe, seja apenas questão de organizar melhor as idéias e adequar-me melhor aos padrões estéticos de escrita textual coerente, mas isto é outra discussão.
Afinal, pra que servem os padrões mesmo? rs
02 Maio 2007
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4 comentários:
Ótima surpresa, a sua volta! Quem tem veia de escritor, nem precisa de tema. Do nada faz texto, do nada faz poema. Adoro seus textos, com ou sem inspiração, menino! Beijo!
Olá Tiii! Ah, queria a tua opinião sobre os meus ultimos textos. Depois da uma passada lá no Handrik world. Hasta!
que alegria te vê de volta! vc não pode deixar de contribuir para a "cadeia alimentar" da criatividade.Bjs.
Meu menino, como fiquei muito feliz com tua volta e como meu Blog aniversariou, estou presenteando as pessoas queridas e que me fazem pensar, vai lá pegar o teu presente. Abraços, claudete
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